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Archive for outubro \29\UTC 2011

Os tablets/smartphones avançam na Internet

29 de outubro de 2011 Deixe um comentário

O que é que estes sites possuem em comum?

Eles já foram remodelados para o padrão Android de navegação em tablets e smartphones.

Os portáteis oferecem, em sua grande maioria, wireless e conexão 3G, permitindo acesso à Internet. No começo, as revistas, sites, jornais e demais, se preocuparam em desenvolver a versão M (mobile) para o site ou um App para ser distribuído pela AppStore ou Android Market. Ou seja, trabalho triplicado. A informação precisava ser formatada para o site, para a versão mobile e para o aplicativo.

Agora não. Os sites perceberam o óbvio. Quem tem um tablet ou smartphone, não vai acessar a revista ou jornal via App, por falta de zoom, por falta de atualizações (especialmente correções de notícias, como a seção Erramos), e também para economizar memória de aplicativos. Vai acessar via Internet mesmo, por oferecer zoom no navegador, notícia atualizada e sem gastar memória local.

Não gostou do novo layout do UOL e IG? É bom se acostumar, porque isto é uma tendência. O próprio navegador Google Chrome, a partir da versão 15.0.874.106 m já está assim, com carinha de Android. Seria o M da versão, o indicativo desta mudança?

Publicado ontem este post, e hoje, mais um site foi ‘remodelado’ para o padrão Tablet, o site do Fantástico, da Rede Globo.

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Android – versões (e outros comentários)

25 de outubro de 2011 1 comentário

O sistema Android foi desenvolvido inicialmente pela Google, sobre o núcleo do Linux, e atualmente Open Handset Alliance (OHA) é uma aliança de diversas empresas com a intenção de criar padrões abertos para telefonia móvel. Entre as empresas participantes estão Google, HTC, Dell, Intel, Motorola, Qualcomm, Texas Instruments, Samsung, LG, T-Mobile e Nvidia.

Observando os últimos movimentos da Google, lembremo-nos que ela adquiriu a Motorola (parte) e criou uma saia justa com a Samsung. A coreana estava distribuindo seus smatphones e tablets com o Android Market (Google) e Samsung Apps (baseado na programação BADA). Um concurso da Samsung está em andamento – http://developer.bada.com Portanto, em um futuro próximo, poderá não sair Samsung da fábrica com Android, mas com Bada Apps apenas.

Códigos de teclado para funções do Android – http://www.androidz.com.br/forum/topic/609-simplesmente-todos-os-codigos-para-celulares-e-smartphones-samsung/

Os nomes das versões do Android seguem ordem alfabética (parecido com o princípio para atribuir os nomes de furacões no hemisfério norte), e são nomes ‘comestíveis’.

1.5 Cupcake [bolo de caneca, muito popular nos EUA]- modelos antigosde smartphones  ainda utilizam
1.6 Donut[rosquinhas, como a que o Homer Simpson adora] – com melhorias para foto, vídeo e aplicativos da câmera
2.0 Eclair [bomba de chocolate] – melhorias para aparelhos que possuem câmera com Flash
2.1 Eclair – ainda muito utilizada nos ‘melhores’ aparelhos do Brasil
2.2 Froyo [delícia gelada, igual aos sorvetes self service] – velocidade dos aplicativos e JavaScript, e principalmente a capacidade de transformar o dispositivo com Android em um roteador wireless, distribuindo a conexão 3G
2.3 Gingerbread [lembra aquele biscoito amigo do Shrek? É ele] – melhorias para o copiar/colar e o gerenciador de downloads.
3.0 Honeycomb [favo de mel] – trouxe melhorias significativas para tablets, deixando de lado a versão 2.x para smartphones e 3.x para tablets. A versão 3.1 suporta dispositivos extras, especialmente USB A versão 3.2 permite acesso direto ao SD card.
4.0 Ice Cream Sandwich [sanduíche de sorvete, algo como a nossa banana split] – versão que pode ser usada em smartphones ou tablets, porque redimensiona a tela dos aplicativos para cada aparelho.

Bom, sabemos que a próxima versão será nomeada com a letra J e será algo delicioso. Espera-se que o sabor doce do nome não se perca na operação diária do sistema, tornando-o azedo.

 

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Evitando monitoramento do Google e Facebook

22 de outubro de 2011 2 comentários

Os sites da Google promovem o monitoramento das ações do usuário enquanto ele está conectado a um de seus serviços (Youtube, Orkut, Google+, etc). Portanto, quando você efetua uma busca na Internet (estando conectado), a Google sabe o que você pesquisou. E a partir de então, estes dados são usados (e até vendidos) para que o Google AdWords (por exemplo), faça propaganda direcionada para o seu perfil. E o monitoramento ocorre inclusive com a leitura das mensagens de e-mail que temos dentro do GMail.

Exemplo: você pesquisa fotos de ônibus. Ela sabe que você se interessa pelo assunto. Nas próximas pesquisas relacionadas, como transporte ela lhe apresentará resultados sobre ônibus, e não tudo o que deveria aparecer, como bicicleta, avião, trem, etc. E as propagandas nas laterais, serão direcionadas ao tema ônibus, como fretamento, venda de ônibus usados, etc.

Outro exemplo: se você não acredita que o GMail lê o seu e-mail, faça o teste. No post anterior eu postei sobre o SpyPig. Mande uma mensagem para o GMail, com o SpyPig embutido, a partir de outra conta de e-mail. E deixe o e-mail lá, sem ler, dentro do GMail. De tempos em tempos, você receberá um aviso do SpyPig informando que a mensagem foi lida. Surpresa! O GMail está analisando o conteúdo de suas mensagens para saber o que lhe interessa, e futuramente, exibir as mensagens e propagandas direcionadas.

Quer saber o que a Google sabe sobre você? Acesse http://www.google.com/dashboard/ e informe o login/senha.

Uma forma de se prevenir é fazer a navegação anônima ou então pesquisas no Google sem estar conectado a nenhum serviço da Google. Ou usar o Mozilla Firefox, com um plug-in específico (que será apresentado no final deste post). A navegação anônima pode ser iniciada com:

No Internet Explorer é CTRL+SHIFT+P, no menu Ferramentas.
No Mozilla Firefox é CTRL+SHIFT+P também no menu Ferramentas
No Google Chrome é CTRL+SHIFT+N

Tem gente que fica revoltada com o monitoramento do Google, mas o Facebook é pior. Ele não apenas monitora, como faz mesmo quando você não está conectado nele. E se o Facebook percebe que você tem algum mecanismo de proteção contra o monitoramento deles, você é avisado (de forma bem sutil) para se conectar ao FB, ou seja, autorizar que eles monitorem o que você está fazendo. Veja a imagem a seguir que ilustra este ‘momento de invadir o computador do usuário, com a permissão dele, claro’.

Como se pode observar na imagem, mesmo estando conectado no Facebook, ele pede para que me conecte a ele. Na verdade, existem softwares que impedem que o Facebook faça o seu monitoramento sobre os meus dados, e ele fica o tempo todo pedindo para ‘me conectar’. Com o monitoramento dos meus dados, o Facebook pode sugerir amigos que tem o mesmo perfil que o meu, fanpages de produtos que eu já tenha consultado na Internet antes, vender os meus dados para uma determinada marca (que eu já acessei o site antes), enfim, eles conseguem ganhar dinheiro, muito dinheiro, com os meus dados de navegação.

Em http://blogs.estadao.com.br/link/como-o-facebook-rastreia-os-usuarios/ existe um infográfico muito interessante, que mostra exatamente como o Facebook faz este monitoramento.

Alguns podem dizer, mas o que isto pode representar de perigo? Sim, porque o maior perigo dos usuários são eles mesmos. Veja esta reportagem http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/10/estudo-mostra-que-pessoas-revelam-informacoes-cruciais-no-facebook.html

Em maio deste ano, foi criada uma campanha para ‘abandonar o Facebook’, e teve baixíssima adesão. Às vezes, como disse John Lenon “A ignorância é uma espécie de bênção. Se você não sabe, não existe dor.”  Muitos preferem permanecer nas trevas (em muitos sentidos, até no sentido religioso), porque a luz poderá ofuscá-los.

Uma opção para evitar o monitoramento do Facebook (e também Twitter, Google+, LinkedIn) é instalar o Priv3 no Firefox, disponível em http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/internet/extensao-para-firefox-impede-rastreio-em-redes-sociais/